FitEscola | O teu bem-estar pode estar à distância de um “clique”
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08 Mai O teu bem-estar pode estar à distância de um “clique”

O bem-estar pode ser afetado pelo uso excessivo da tecnologia. [ler mais]

O bem-estar está, frequentemente, associado à saúde mental e ao estado subjetivo de conforto que resulta de experiências positivas. Este estado subjetivo de conforto é, em muitos casos, a razão principal pela qual adotamos alguns comportamentos ao invés de outros. Por exemplo, a participação em atividade física ou modalidades desportivas é, para muitos, um motivo de satisfação e conduz ao bem-estar, o  que faz com que estes comportamentos sejam repetidos durante uma semana, um ano, ou em alguns casos, uma vida. Por outro lado, existem comportamentos considerados de risco que, em última instância, estão associados a uma diminuição do bem-estar e, como tal, devem ser modificados. Este bem-estar reflete-se ainda em maior ou menor qualidade de vida.

Um estudo recente tentou perceber se, por exemplo, o tempo dedicado a comportamentos sedentários estava associado a um menor bem-estar e menor qualidade de vida, em crianças e adolescentes. O estudo fez uma pesquisa de vários trabalhos feitos nesta área e compilou os resultados encontrados. Os comportamentos sedentários foram caracterizados, maioritariamente, como tempo passado a ver televisão, ou a jogar computador/consola.

Este tipo de comportamentos é conhecido por ter implicações negativas para a saúde cardiovascular mas, atualmente, sugere-se  que possa, também, afetar o estado emocional das crianças. O estudo em causa encontrou o seguinte:

1 – A maioria dos estudos mostra que os comportamentos sedentários, como ver televisão ou o uso, em excesso, do computador, estão negativamente associados ao bem-estar e qualidade de vida;
2 – Um dos estudos reportados encontrou que as crianças (9-10 anos), que viram 3 ou mais horas de televisão, apresentaram menores níveis de qualidade de vida 3 anos mais tarde;
3 – Outro estudo concluiu que este tipo de comportamentos em crianças, quando consistente ao longo do tempo (5 anos), pode também comprometer a qualidade de vida.